Deficiência Marginal:

 


É raro o estado de deficiência dietária que mostre sintomas de deficiência clínica definidos, embora quase 50% das dietas avaliadas no Estudo de Consumo de Alimentos dos EUA de 1977-78, forneça menos de 70% da ingestão recomendada. De forma semelhante, um inquérito nutricional mostrou que três quartos de (...) produzem mais ácido xanturénico na urina. Se a administração de 100 mg de triptofano por quilo de peso, levar a uma excreção de ácido xanturénico em excesso de 30 mg em 24 horas, pode ser diagnosticada uma deficiência em piridoxina.


 

Grupos em risco de deficiência marginal:

 


Entre as pessoas em risco de uma ingestão/estado insuficiente de piridoxina estão:

 

*  As mulheres grávidas e a amamentar. Isto deve-se aos requisitos adicionais feitos pelo feto ou pelo bebé;


*  As mulheres que tomam contraceptivos orais com elevado teor de estrogénio;


*  Os alcoólicos crónicos. A bebida em excesso pode debilitar gravemente a capacidade do fígado para sintetizar PLP;


*  Pessoas com uma elevada ingestão de proteínas, dado que o metabolismo da proteínas depende da presença da piridoxina.


 

Deficiência Franca:

 


Uma dieta com baixo teor de piridoxina pode levar a uma anemia hipocrómica (descida anormal do conteúdo de hemoglobina dos eritrócitos) e perda de capacidade de converter o triptofano em ácido nicotinico. A deficiência induzida por antagonistas ou certos erros genéticos do metabolismo dos aminoácidos pode, se não for convenientemente tratada, resultar em:

 

*  Fraco crescimento;
*  Convulsões de origem cerebral, especialmente ataques convulsivos em bebés;
*  Formação de anticorpos diminuída;
*  Lesões na pele, p.ex. dermatite seborreica;
*  Problemas abdominais, vómito;
*  Pedras no rim;
*  Anormalidades electroencefalográficas;
*  Nevrite periférica, degeneração nervosa.

 

Estes problemas podem também indicar outros problemas de saúde que não a deficiência em piridoxina e por isso o tratamento devee sempre ter lugar sob supervisão médica.